O POETA É UM MORRENTE…, BY LEO COE

A poesia jorra livre, da nascente Cardíaca. Não dá para ser contida, A intensidade, a força da vertente. Memórias, sonhos, relatos da vida… Escorrendo do peito para a caneta, No papel relevo, de espinho e flor: Alegria, lágrima e cicatriz do poeta – Seja ela qual for, tem sua fé e amor. Alguns dizem que […]

via A liberdade da poesia… — Beija-flor Cigano

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